fui me suicidar,volto já
8 de jan. de 2026
Ahh foda-se
Ahhh foda-se, foda-se de verdade , foda-se mesmo, aquele futuro do passado que nunca se realizou, foda-se aquele passado, martelando na cabeça com se fosse um presente perpétuo caindo na minha cabeça...
Ahhh foda-se hoje paro de fumar, amanhã a melancolia me acendera um cigarro, e meu coração já será cinzas.
ahhh foda-se as guerras frias entre meu passado e meu futuro, fazendo do meu presente uma deserto...
Ahhh foda-se as proximas linhas e ao proximo parágrafo.. foda-se o foda-se
1 de jan. de 2026
2026
E a terra terminou um ciclo, e parece-me que nos , pequenos humanos a tão pouco tempo neste planeta, acha que tambem que é um fim de ciclo, mesmo por que toda a sociedade neste período ae organiza pra isso...E eu? eu sigo, cada vez mais as lagrimas são menos abundantes,pelo menos no campo fisico...agora na porra do metafísico, enfim, ano novo requer não que eu precise de um renascimento, não sou alguma merda que vive e morre , não estou na literatura kardecista...eu sou ,o que sou...um deus de mim mesmo, entao que nesse ano, nesse primeiro dia, essa merda de texto, seja a terra sem forma e vazia....Que haja luz uz.
22 de set. de 2025
Pato literário
O que quero escrever; enquanto caminho, os urubus me olham, brilham os olham, me vêem, não sabem ao certo se estou vivo, apesar de ainda se mexer, será que estao vendo pra alem do meu exterior??? sou um cadaver, caminhante, sobrevivendo com vísceras penduradas.
O que penso em escrever; Minhas mãos deslizam pela sua pele,vai desbrabavando os caminhos de seu corpo, minha boca desvenda os sabores que a natureza lhe presentou, és uma fruta, és uma deusa, és mulher...
o que acabo escrevendo; Paro , sento, acendo um cigarro , acendo um cigarro pra pensar parado sobre parar de fumar cigarros, ironia ou só a vida acontecendo diante de um trago, e se indo com a fumaça...
22 de nov. de 2023
Seria bobeira ter titulo
Parei, sentei, fiquei olhando pra ela, ela me ignorava, quando enfim me notou, e logo voltou a me ignorar...senti vontade de mata-la , por pura inveja, a odiei, e na minha cabeça só se ouvia gritos repetidos; "maldita capivara"....
A porra capivara com todo o seu tempo....duvido que uma capivara chegue pra outra e diga; o tempo tá passando errado...
A capivara com sua dieta de que qualquer mato serve, enquanto a gente vai reclamando dos preços....
A capivara em quanto o mundo entra em ebulição, não se preocupa com subir ou descer a serra, com o preço do pedágio...nada em meio a água cinza ....
A capivara apenas vive, como a maiorias dos humanos
7 de nov. de 2013
Macarrão com salsichas
"O que esperar de um mundo que te recebe com um tapa no rabo?" , resmungou ele enquanto apagava o cigarro em um cinzeiro já cheio na estante..."não faço ideia" respondeu ela enchia um prato de cada vez. O menu do jantar; macarrão com salsicha, um clássico, tal qual o clássico que tocava na velha vitrola, em meios a chiados e zumbidos ouvia-se uma orquestra, se tocavam Beethoven, Wagner ou mesmo Mozart
era quase impossível de decifrar,mas, ainda assim tocava . Com dois garfos a dita macarronada era transferida para os pratos, grandes gotas vermelhas de molho pichavam o fogão... ele sentou, ela colocou os pratos na pequena mesa. Ela mexeu seu corpo até a geladeira, ele a observava, reparava como seu corpo, sua bunda se comportava dentro do vestido, de como se remexia naturalmente..."continua muito gostosa", pensou ele , lembrando da primeira vez que a viu, um sorriso discreto e mudo em sua boca, lembrou-se de que só conseguiu dormir, depois de homenagia-la...ela abriu a porta da geladeira, pegou uma dessas garrafas retornáveis,uma garrafa de bebida condenada pelos comunistas, a coca-cola repousou sobre a mesa, ela sentou-se ...não rezaram em uma sincronia começaram a comer.Lá fora as musicas, sons de festa e as luzes brilhantes , pulsantes , coloridas e feias indicavam que era noite de natal...pra eles estas comemorações não faziam muito sentido e se algum velho de vermelho ou até mesmo o tal do menino Jesus passassem pela porta, corriam o risco de tomarem alguns socos.
Ele olhava pra ela o tempo inteiro durante o jantar, macarrão, muito molho, salsicha e um queijo ralado que estava repousado a pelo menos quinze dias na geladeira...A mesa parecia cercada de tensão, uma conversava ameaça a sair, mas, das bocas sujas de molho nenhuma palavra saltava, muitas coisas precisavam ser ditas, todas elas engolidas como macarrão e salsicha..."este é o momento certo de dizer? de falar?" esta questão o perturbava, a perturbava, mas será que existe momento certo pra se dizer o que sufoca?
Comiam em silencio,bebiam em silencio, cada comodo da casa se enchia de um zumbido que mascarava um grande clássico da musica...Bach? Vivaldi? Tudo estava confortavelmente desconfortável...
"outro dia encontrei sua amiga Ana no banco"
"e como ela esta?"
"bem,disse pra passarmos lá qualquer hora dessas pra almoçarmos"
"quem sabe..."
Terminaram o jantar, ela pegou o cinzeiro,o cigarro e o isqueiro..."ainda tem algum baseado?", "em cima do criado mudo, do meu lado da cama" respondeu ele enquanto procurava uma faca boa pra descascar uma laranja que achara perdida na geladeira, sentaram ambos um do lado do outro no sofá. Ela acendeu, ele descascou, ela fumou, ele chupou a laranja, ela deu um trago, ele jogou o bagaço na mesa de centro, ela gritou,ele a esfaqueava as costelas, ela agonizava, a musica enfim acabava..enquanto o sangue manchava o sofá, o vestido, ele a beijou a testa, disse que a amava no ouvido, se levantou, foi ao banheiro mijar, e se enforcar...por fim era a 9ª de Beethoven...
era quase impossível de decifrar,mas, ainda assim tocava . Com dois garfos a dita macarronada era transferida para os pratos, grandes gotas vermelhas de molho pichavam o fogão... ele sentou, ela colocou os pratos na pequena mesa. Ela mexeu seu corpo até a geladeira, ele a observava, reparava como seu corpo, sua bunda se comportava dentro do vestido, de como se remexia naturalmente..."continua muito gostosa", pensou ele , lembrando da primeira vez que a viu, um sorriso discreto e mudo em sua boca, lembrou-se de que só conseguiu dormir, depois de homenagia-la...ela abriu a porta da geladeira, pegou uma dessas garrafas retornáveis,uma garrafa de bebida condenada pelos comunistas, a coca-cola repousou sobre a mesa, ela sentou-se ...não rezaram em uma sincronia começaram a comer.Lá fora as musicas, sons de festa e as luzes brilhantes , pulsantes , coloridas e feias indicavam que era noite de natal...pra eles estas comemorações não faziam muito sentido e se algum velho de vermelho ou até mesmo o tal do menino Jesus passassem pela porta, corriam o risco de tomarem alguns socos.
Ele olhava pra ela o tempo inteiro durante o jantar, macarrão, muito molho, salsicha e um queijo ralado que estava repousado a pelo menos quinze dias na geladeira...A mesa parecia cercada de tensão, uma conversava ameaça a sair, mas, das bocas sujas de molho nenhuma palavra saltava, muitas coisas precisavam ser ditas, todas elas engolidas como macarrão e salsicha..."este é o momento certo de dizer? de falar?" esta questão o perturbava, a perturbava, mas será que existe momento certo pra se dizer o que sufoca?
Comiam em silencio,bebiam em silencio, cada comodo da casa se enchia de um zumbido que mascarava um grande clássico da musica...Bach? Vivaldi? Tudo estava confortavelmente desconfortável...
"outro dia encontrei sua amiga Ana no banco"
"e como ela esta?"
"bem,disse pra passarmos lá qualquer hora dessas pra almoçarmos"
"quem sabe..."
Terminaram o jantar, ela pegou o cinzeiro,o cigarro e o isqueiro..."ainda tem algum baseado?", "em cima do criado mudo, do meu lado da cama" respondeu ele enquanto procurava uma faca boa pra descascar uma laranja que achara perdida na geladeira, sentaram ambos um do lado do outro no sofá. Ela acendeu, ele descascou, ela fumou, ele chupou a laranja, ela deu um trago, ele jogou o bagaço na mesa de centro, ela gritou,ele a esfaqueava as costelas, ela agonizava, a musica enfim acabava..enquanto o sangue manchava o sofá, o vestido, ele a beijou a testa, disse que a amava no ouvido, se levantou, foi ao banheiro mijar, e se enforcar...por fim era a 9ª de Beethoven...
21 de set. de 2013
escorreu
entre os pensamentos, uma ideia , uma lembrança, uma vonratde, desce-me
pela garganta o gosto do tabaco, gosto da carne crua, o gosto da
bebida...fui-me, voltei...caminhei...parei....p aro
coloco o cigarro na boca, procuro o isqueiro branco, um isqueiro
vagabundo qualquer....acendo, dois tragos, uma tosse, a procura de uma
bar, um café puro por favor...copo de plastico+café quente+ café -
dia=mais um dia qualquer. e por ai vai, alguns dias sou indiferente aos
dias que se seguem...estranhamente um sorriso brota do asfalto...ideias
brotam...e as palavras escorrem pelos dedos...uma estranha sensação de
conforto...parte paz conquistada, parte paz comprada...nas
entrelinhas... entre linhas...e ai se vai, noite a dentro como uma
porrada, e por fim, mais um cigarro, o isqueiro vagabundo, e a procura
por um café puro ,quente.
9 de set. de 2013
???
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